segunda-feira, 8 de agosto de 2011
S.O.S. Mãe Solteira - Meta a mamadeira! 






Antes de postar esse texto, devo explicar que ele não foi escrito por mim. Andei fazendo umas pesquisa no google pra compartilhar experiências com mães solteiras e vi esse blog maravilhoso que diz muita coisa que eu queria dizer e muita coisa do que penso. Como as coisas nele postadas são muito parecidas com minha condição atual, resolvi copiar, então aqui estão os créditos. E o link: 

http://www.sosmaesolteira.com

"Por que SOS?

Em inglês Save Our Souls significa salve nossas almas.

Creio que, assim como eu, você, mãe solteira, pede ou pediu a todos os deuses, santos e milagreiros para que sua alma não sucumbisse ante a inesperada notícia da gravidez.
Muitas mulheres foram pegas de surpresa com a notícia. Outras planejaram antecipadamente, mas creio que até essas recorreram, em algum momento, as orações. 

Para abrir o SOS Mãe Solteira, vamos falar sobre o preconceito que nós, muitas vezes, temos em relação ao termo. Preferimos dizer que tivemos uma “produção independente” em vez do politicamente incorreto “mãe solteira”. Vamos explicar porque o “mãe” e o “solteira” são corretos.

Por que Solteira?

Quando faço um cadastro, seja nas Casas Bahia ou na Receita Federal, em estado civil escolho a opção “solteira”.

Mesmo que você tenha tido um filho dentro de um matrimônio, mas hoje se encontra separada, quando vai preencher um cadastro raramente encontra a opção “desquitada”. Pode encontrar a opção separada na Receita, mas no Facebook (onde você vai encontrar seu futuro paquera) só o solteira mesmo.

Tem a opção independente? Não!

Tem o número de filhos: escolho a opção 01.

O que significa que sou mãe de um filho e que sou solteira, ou seja, sou mãe solteira.
Isso me define? Não. Sou muito mais do que uma mãe solteira, mas por que ter preconceito contra algo que define minha condição em ser mãe sem ter um casamento/marido/pai?

Por isso a escolha do SOS Mãe Solteira.


De fato, não precisamos de alguém que salve nossas almas, mas uma ajudazinha básica quando nos sentimos meio perdidas não pode ser desprezada. 

E também não precisamos sair por ai nos auto-intitulando “mãe solteira”. A não ser, claro,

 quando preenchemos cadastros."

Continua...

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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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