sábado, 28 de janeiro de 2012

Bem, hoje quero falar sobre um acontecimento que já se tornou rotina dentro e fora do Brasil. Estive conversando esses dias aqui em casa, por mais de uma vez, sobre essas crianças que foram estão sendo abandonadas por suas mães ao nascer, enquanto existem mulheres por aí desesperadas pra terem um filho e não podem. Tenho um caso em minha família e me parte o coração saber que é uma pessoa que iria ser um SUPER-HIPER-MÃE. Mas por algum motivo, não consegue dar à luz.

Pesquisando sobre mães solteiras na net, como sempre faço, achei o site http://www.orphancare.org.my/ falando sobre bebês abandonados e Uma organização de caridade malaia, que preparou uma sala em seu escritório, com um berço especialmente preparado para que, mães que não queiram os filhos, possam deixar seus bebês de maneira anônima.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


OLÁ, GENTE!


Quem veio aqui recentemente, viu que dei uma mudada no "visu" do blog. Tava achando muito pesado. Nem sei se melhorou muito, mas um pouco acho que melhorou sim. Além do mais, sou assim mesmo. PRECISO de mudanças constantes. Não gosto de tudo-igual-sempre. Até os móveis aqui no meu quarto vivem trocando de lugar. Só não mudo a casa toda, porque a casa não é minha, mas quando morava sozinha, hum, era  todo mês. Roupas? Tenho sacolas e mais sacolas cheinhas de roupas que não quero mais e muitas que não cabem em mim também. Também, 15 kg a mais pós gravidez. Fiz até um blog BRECHÓ http://bomgostobrecho.blogspot.com/, mas não divulgo muito. Nem sei por quê. Não me animei muito. Acho que vou fazer um dia de brechó aqui em casa mesmo e vender tudo barato.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012



Uma entrevista de emprego:

- Você tem filhos?
- Tenho. Uma.
- Quantos anos tem?
- 7 meses.
- Mas você é casada?
- Não. Moro com minha mãe.

O certo seria a conversa parar por ali ou o entrevistador fazer um outro tipo de pergunta, já que ele já sabe que eu tenho uma filha, ela tem 7 meses, que eu não sou casada e moro com minha mãe. Ponto!
Mas não. Existe um bichinho curioso que faz com que as pessoas prossigam na falta de senso (em se tratando de uma entrevista). 

- Mas por quê? Você se separou do seu marido??

Ora, se não sou casada e moro com minha mãe, já está respondida a pergunta. Preciso explicar que sou mãe solteira, porque o pai não quis assumir a filha, não ajuda em nada e ainda liga pra perguntar como ela tá como se fosse o pai mais presente do mundo??
De que forma um estado civil, tendo você filhos ou não, interfere na qualidade do seu trabalho? O salário, por acaso, é X para pessoas separadas com filhos, Y para pessoas casadas com filhos, Z para mães solteiras, etc e tal??? Não. Se você é mãe solteira, seu patrão te dá, além do salário mínimo, um auxílio-mãe-solteira?? Muito menos. Então, minha gente, que tipo de pergunta indiscreta é essa?

Eu respondi:

- Isso.

E a próxima pergunta?


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012


Olaáá, pessoas!!




Não tenho escrito no blog por esses dias... Falta de tempo? Não. Tenho tempo disponível de sobra! Até demais. rsrsr Mas ando sem inspiração, sabe? Minha cabeça está uma confusão de ideias, tico e teco têm brigado muito dentro da minha cachola. É emprego que não vem, é a "vibe" do pai da Bia que não tá combinando com minha "vibe", é o dinheiro que tá curto e as despesas se aglomerando... Meu plano de saúde foi pro espaço, logo agora que tô precisando dele... Então... Tá difícil formular e organizar as ideias na minha mente.
Andei por aí em vários blogs de mães solteiras e percebi que elas estão encarando isso numa boa. Gente, desculpa, eu quando cismo com uma coisa, coisa difícil é desistir... E, por isso, fica parecendo (ou é verdade?) que estou dando murros em ponta de faca, tapando o sol com a peneira, engolindo cobras e lagartos... Mas sabe? Tô mesmo... Ainda não consegui desistir da ideia de ter A MINHA FAMÍLIA e de conseguir que a Bia seja criada junto com o pai dela. É muito bom quando as pessoas encontram uma outra pessoa que a respeita, respeita seus filhos, trata-os como próprios filhos, a ame também e acaba formando uma família com você e seus filhos. E sei que isso um dia pode acontecer comigo e minha pequena baby. Mas... peraí! Quero que ela seja criada com o pai dela e tenho feito de TUDO, pra que isso aconteça. Tenho engolido demais o meu orgulho de mulher e colocado a NÍVIA MÃE acima de tudo, até acima do temperamento "difícil" do Sr. Pai. Eu não sei se um dia a gente vai conseguir se entender como casal, mas se isso não acontecer, estou insistindo para que, pelo menos, entre na cachola dele que ela não pode pagar por qualquer desentendimento nosso, qualquer orgulho, qualquer farpa que exista entre nós. E haverá quem vá falar que estou insistindo muito numa coisa que já deveria ter sido deletada, mas... Gente... Não consigo. Aquela história de me anular pra fazer minha filha feliz...

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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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