quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Coisas que amo na minha pequena...

- Suas mãos macias (e como são!).
- Seu sorriso que me alegra a qualquer momento (Até de madrugada quando quero dormir!).
- Seu jeito de dormir com o rosto escondido debaixo do meu braço... rsrsrs
- Seus gritinhos.
- Seu biquinho de choro.
- Seu chorinho de dengo.
- Seus pés!!!! Amoooo!
- Sua boca deliciosa...
- Quando dorme de cara comigo e sinto seu bafinho cheiroso...
- Seu cheiro.
- Quando acorda sorrindo.
A maneira que olha para mim quando esta quase dormindo e agarra a minha mão para se sentir segura!
- Quando coloca a mão no meu peito ao mamar.
- Quando chupa a chupeta! Fica Lindaaaaa.


Quero lembrar disso pra toda a vida!!! 
sábado, 10 de setembro de 2011
Tadinha, minha filhinha dá trabalho, eu me descabelo às vezes, mas olha como é lindaaaa (fotinho com a boca sujinha de remédio)!! Só dorme se for comigo agora, quando tá no colo de alguém chora pra vir no meu, sente minha falta!! Como eu sonhei com alguém sentindo minha falta assim!! Conversa comigo pra caramba, dá gritinhos de alegria, risadas gostosas... Isso me dá forças, quando estou tão cansada de tudo... De madrugada esses dias, mais precisamente às 3:30 hs da manhã tava rindo pra mim e conversando, foi dormir às 4:30 hs. Acordou as 13 hs.



Agradeço a Deus todos os dias pela filha linda que ele me deu. E penso: Como o Sr. pai tá perdendo essas fases mais gostosas, apesar de serem doídas. Ele iria se orgulhar dele mesmo e da filha, se convivesse com ela e compartilhasse comigo esses momentos deliciosos. Mas... prefere se ausentar...

E como o dinheiro é capaz de distanciar as pessoas!!! Estávamos numa boa, nos dando muito bem (comparando-se com as fases ruins que passamos afastados e com raiva um do outro), mas fui dizer que tava precisando de dinheiro... Pronto!! Bum!! Foi como uma bomba. 
domingo, 4 de setembro de 2011
Dois meses!

Confesso a todos que já até pensei em procurar uma ajuda. Sim, não tenho vergonha de dizer que pensei em procurar um psicólogo. Vejo as pessoas falando de como é difícil ser mãe, etc e tal, mas nunca pensei que fosse chegar à beira da loucura, afinal vejo as pessoas falarem mas não vejo ninguém se descabelar, que é o meu caso. Gente, esse negócio de amamentar dói (meu seio está sangrando), esse negócio de ouvir choro de criança vááááárias vezes ao dia, fazer de tudo pra agradar e não conseguir, dormir às 3 da manhã e acordar às 7 morrendo de cansaço, olheiras, etc... Isso tá me deixando desanimada. Tá, eu sei que é uma fase e ela passa, mas até passar, Deus!!!!! Raros os momentos em que estou me divertindo com os gritinhos e conversinha da Anna, quando ela está feliz, porque logo começa a choradeira.

Tenho medo. Medo de não ter nascido pra ser MÃE. E eu que sempre sonhei em ser.
Fica ainda mais difícil longe do Sr. pai, que poderia estar presente, me ajudando. E não digo ajudando simplesmente a ninar, a trocar fralda, engambelar, digo na questão de animar, dar apoio, palavras de consolo, simplesmente estar ali perto pra que eu me sinta amparada. Nada como estar perto de alguém que gostamos pra nos sentirmos mais fortes na hora da angústia, mesmo que essa pessoa não possa ajudar muito nos trabalhos de casa. Minha mãe me ajuda muito, mas não é a mesma coisa do que estar com a pessoa que nos ajudou a fazer a criança.
O Sr. pai tem falado em morarmos juntos, talvez no fim do ano. Isso me animou, mas ao mesmo tempo me deixou em dúvida, afinal ele não tem muitas atitudes que demonstrem que gosta mesmo de mim a ponto de dividir uma vida comigo. Não retorna telefonemas, não faz muita questão de ver nossa filha ou de me ver, não sentamos em algum lugar pra conversar, namorar, começar uma vida juntos mesmo antes de morarmos juntos. Acho necessário, temos que estreitar a relação a ponto de termos a certeza de que vai dar certo a vida dentro da mesma casa. Claro que seria uma tentativa, como todos fazem, e às vezes pode não dar certo. Mas deveríamos ensaiar, já que estamos tanto tempo separados. Sinto que adoraria ter minha "própria" casa, minha cozinha, minhas receitas, minhas faxinas, nossa cama arrumada todas as manhãs, nossas brigas/pazes. Sinto falta dum cantinho pra mim, independente. Minha mãe é maravilhosa, mas tenho idade pra ter minhas próprias coisas.
Gosto dele. Muito. Demais. Aceito muitos dos defeitos dele. Mas o queria mais presente, interessado, amoroso, próximo.

Enfim... Tenho muito o que analisar.

Pensando no lado bom da coisa: ANNA tem um sorriso lindo que me deixa feliz, é, feliz, como nunca havia me sentido. Quando conversa é como se toda a solidão que senti durante a vida, um vazio, se dissipasse. Mas quando chora toda hora... Ah... Fico triste de novo.

Às vezes passamos por umas dificuldades: fazer cocô, cólicas, choro incessante sem motivo aparente. Coisas normais de criança, mas que tiram as forças aos poucos.

Espero que passe logo essa fase.

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Aos 34 anos, sagitariana com ascendente em capricórnio (discordo, mas fazer o quê?!), do Rio de Janeiro (com louca vontade de morar num lugar tranquilo), estudante de psicologia (mas cheia de problemas de cabeça. rsrrsrsrs), mãe e pai da pequena Bia, de 5 anos. E esse blog fala da nossa trajetória, dos meus sentimentos, minhas muitas lamentações, etc.

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